sexta-feira, 3 de abril de 2009


Já aqui disse muitas vezes que gosto muito de escrever. E que, há alguns anos atrás, escrevia realmente bem.

Hoje, fui mexer nos meus baús de memórias e apeteceu-me passar para aqui um texto muito, muito simples, que escrevi em Janeiro de 1997. Aqui vai ele:


"Que o vento fosse uma história que eu te pudesse contar,

em murmúrio, como a areia, em tempo de ir contra o mar.

Que o sonho fosse uma pauta que eu soubesse entoar,

sem passado ou memórias para o teu sono embalar.

Que a noite fosse um poema onde eu pudesse dizer:

Sê menino e adormece... que eu te hei-de proteger"


Para nunca esquecer que há poesia em mim.