quarta-feira, 28 de abril de 2010


E tu percebes que estás desesperadinha pelo fim de semana quando, a uma quarta-feira (snif, snif...), dás por ti a escrever num contrato, a seguir à cláusula sexta, a cláusula sábado...
Nao tem explicação!...
Valaha-nos a quinta que já está mesmo á porta!



terça-feira, 27 de abril de 2010

Pelo menos já sei quem é que vai arrumar o lixo lá em casa! ou não...

E no sábado, perguntou ao P. a minha prima A.:
E tu, P., queres ser médico?
- Nao! Quero ser lixeiro. o J. é que vai ser médico!...

(pelo menos sabe bem o que quer. para ele, e para o irmão...)


Ah, e ontem, quando fomos tomar café, levamos as primas, minhas sobrinhas, para também comerem um gelado.

o J. levava uma pena na cabeça, como os indios, o C. a máscara do homem de ferro, A B., uma flor no cabelo, o M., uma espada e a máscara do hulk e o P. outra espada e chapéu de pirata...

Haverá muitos pais que saem com os filhos à rua nesta figura?

Hum... nao sei... Mas... who cares?

quanto tempo mais é que serão crianças com ingenuidade para sairem assim á rua?

Por mim, desde que sejam felizes e nao ofendam ninguém, podem ir vestidos como quiserem... a imaginação é o limite (lol)


No meu aniversário de há dois anos, a minha sogra deu-me a pulseira pandora, já com algumas pecinhas. Como as acho estupidamente caras, desde então para cá ainda nao comprei nem uma...

Mas agora, assim, de repente, está a chegar o dia da Mãe, nao é?

Ah pois é!

e já pedi ao papá dos meninos cá de casa três pecinhas novas, cada uma delas com a inicial do nome de cada um dos meus meninos.

Boa ideia, não foi?

E vocês? Ideias para o que querem receber no dia da mãe (para além de beijinhos a abraços)?

Para a minha mae vi um anel muito giro... também pensei num bilhete para ir ver a mariza ao Casino de Espinho... nao sei bem...

Aceitam-se sugestões! (e espero que ela nao venha entretanto aqui cuscar nada!)
A sério que pensei que hoje teriamos um final de dia perfeito. Assim como ontem: jantamos cedo e fomos a pé comer um gelado...
Mas cheguei a casa e o J. estava todo esmurrado porque tinha caído abaixo da casa do jardim (daquelas da chicco, estão ver? - nem me perguntem como é que ele trepou ao telhado, porque nao sei...) e depois, em vez de fazer xixi no pote, fez para fora. E o M., que trepou pr um murinho de cerca de 50cm, de repente caíu e apareceu-me no meio das margaridas, cheio de flores e de choro.
Já cansada de jardim, levei-os para dentro de casa. O P. decidiu trepar aos sofás o J. fez outro xi-xi fora do pote e, como se nao bastasse, o P. decidiu fazer surf em cima do computador dele, como se fosse uma prancha e arranhou o chão...
pronto, passei-me.
Lá se foi a minha boa vontade. Todos para a cama, a chorar, sem direito a colo, história e gelado.
Passados uns minutos, o P., completamente choroso, lamentava-se:
- eu nao quero ser mais bebé. Quero ser adulto. Nao quero ter pai nem mãe nem avós nem nada... quero ser adulto! estás a ouvir mãe? nao quero ser mais bébé...

Mal ele sabe os dias em que eu daria tudo para me mandarem directamente para a cama, tipo castigo...

Quem me dera a mim, tantas vezes, ser bebé...
Mas ele nao sabe...

segunda-feira, 26 de abril de 2010


Nunca fui uma pessoa mística ou esotérica
Nunca fui a bruxas, astrólogos, li a sina ou cartas.
Sempre tiver curiosidade, mas nunca ao ponto de consultar ou querer saber mais. Aliás, A minha curiosidade sempre terminou na leitura dos signos das revistas cor de rosa que a minha mãe comprava semanalmente.
E, de repente, conheci um amigo de uma amiga que sabe ler mãos. Uma pessoa com duas licenciaturas e dois mestrados. Racional, estudioso, confiável. Que refere que não faz adivinhação mas tão só interpreta linhas.
E deixa-me completamente abismada…
Porque ele não é meu amigo. Não sabe rigorosamente nada da minha vida. E, no entanto, olha para as minhas mãos e diz-me coisas que só eu sei…
Estranho…
Estranho que as linhas das mãos possam ser traços da nossa história. Que espelhem características, que mostrem passados…
Não indicam caminhos futuros, mas mostram caminhos passados e estados de alma.
Estranho…
A astrologia é outra coisa que me surpreende…
Sexta-feira fui tomar café com umas amigas ao Egipcio, um café onde as atracções eram dança do ventre (muito giro… a miúda dançava lindamente) e a leitura do mapa astral.
Disse-me o M. que o meu mapa astral é muito bom, muito positivo (J). Não disse nada, não perguntei nada. Vejam lá as coincidências entre Mapa Astral (M.) e mão (D.):

1ºDisse-me o M. que tenho uma característica materna muito forte, muito intensa, que é o que mais se destaca do mapa e que terei sempre mais de 3 filhos (pois… três já cá cantam). O D. disse que se lê na minha mão pelo menos 5 filhos (ainda tenho tempo para mais um ou dois?)
2º M: Tenho grande realização profissional e que vou entrar numa fase de reconhecimento e prestígio. D. diz que vê mudanças e projectos novos
3º M. diz que tenho grande proximidade á família. D. diz que tenho grande ligação á família raiz
4º Diz o M. que vê um casamento tardio, sempre depois dos 35 anos (bem me podia ter dito isso antes e eu só casava depois LOL). D. diz que continuo com dúvidas, que, claramente, não tenho um caminho definido (tb não era preciso muito pr chegar a esta conclusão)
5º: M. diz que estou bem de saúde. D. concorda (menos uma preocupação….)
6º. Ambos dizem que tenho grande ligação aos amigos, forte componente de socialização (descobri tarde, mas ainda a tempo…)
E pronto!
Entre as duas “especialidades” o D. pareceu-me mais assertivo. Deu-me conta de alguns pormenores que não tinha forma de saber. O M. (dos astros) foi mais genérico…
E isso sou capaz de compreender. Afinal, sei que ninguém no mundo tem uma mão igual à minha mas seguramente há muitas outras pessoas que nasceram no Porto no mesmo dia e hora e que eu (!). Deve ser por isso que a leitura de mão é mais precisa…
olhem… pelo sim pelo não… continuarei curiosa mas afastada.
Se houver mais desenvolvimentos, conto-vos e dou-vos contactos…
Porque “que las hay, las hay”.

Beijos e uma boa semana,

domingo, 25 de abril de 2010


Tivemos um fim de semana fora do Porto. No sábado fomos a Celorico, onde mora a minha avó, que já está muito velinha e doente, visitá-la.

Os miúdos adoram ir lá e deivertem-se sempre imenso.

No Domingo fomos passar o dia com os meus sogros, na casa que recuperaram no Douro.

Linda, linda, com uma vista soberba, de um bom gosto imenso. O facto de os exteriores nao estarem ainda prontos (jardins, piscina, tenis, parque infantil...) é uma delicia para os miudos que pegam em pás e baldes e, na companhia da minha sobrinha mais nova e se dedicam a mexer e remexer na areia misturada com terra e saem de lá absolutamente imundos!

Cheio este fim de semana. Cheio e feliz.

25 de abril


Hoje é dia 25 de Abril e eu gostava de escrever alguma coisa sobre isso.

Mas as palavras...

Fica o silêncio das palavras nunca ditas.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Minutos de silêncio


Hoje cheguei a casa e nao estava ninguém.

Arrumei as compras, tirei a roupa, preparei um banho, meti-me na banheira e fiquei a ouvir. O nada. O silencio absoluto da minha casa.

Bom...

terça-feira, 20 de abril de 2010


Tenho tido uns sonhos maus... de perda.

Que me inquietam o sono e a alma.

Acordo e vou ao quarto deles, senti-los, cheirá-los. perceber que respiram normalmente e que estão tranquilos, bem.

Pensar que antes de os ter nem sequer fazia grande questão em ser mãe...

Hoje, são o meu tudo. A minha essencia, o meu coração, a minha pele.

Sâo mesmo... TUDO em mim.

Uma coisa que já nao deixava aqui há muito tempo: Uma receita de frango à marroquina (chamei-lhe eu...)

Gosto mesmo de inventar na cozinha.
Confesso que nao gosto particularmente de tarefas domésticas (haverá quem goste?) mas gosto mesmo de cozinhar e inventat coisas que, espero sempre, resultem bem.
Hoje fiz a seguinte miscelanêa:
primeiro, cortei peitos de frango em tirinhas (já temperado), passei em farinha e alourei em azeite. Nesse mesmo azeite alourei em seguida uma cebola às rodelas e juntei uma lata de tomate em pedaços. deixei apurar, juntei um caldo de carne e o frango. Temperei com sal, pimenta, cominhos, umas gotas de limão, mostarda e molho inglês. No fim juntei uma lata de feijão preto e ficou... delicioso!
Experimentem que nao se arrependem! Os miudos quiseram 2ª vez e até eu me fartei de comer...
Bom apetite!

Montagem caseira


O P. teve, de prenda de páscoa, dos padrinhos, uma trotinete do homens aranha. que, naturalmente, vinha desmontada...

Então hoje, enquanto eu fiz o jantar, os meus três excelentíssimos filhos mais o seu excelentíssimo pai estiveram a montar a dita...

Claro que a meio tive de intervir (nao que, na verdade, a minha ajuda tenha servido de muito) e claro que sobraram umas pecitas, mas que é que isso comparado com o perímetro da terra?

Enfim... trotinete montada e outra prometida para o M... (sim, é um problema ter dois filhos gémeos ou em idade similar que querem tudo o que o outro quer...)
Mas vejam lá como ficou linda!
Então nao é que o grande amigo do Tom Cruise no Top Gun, aquele casado com a Meg Ryan que morre no final (Goose, lembram-se?) é o médico do ER, aquele careca e com óculos?

Há lá desilusão maior que esta dos anos 80?

Antes de dormir:

M: - mamã, amo-te muito e nao te quero perder...

Eu: - e nao vais perder nunca, filho. A mamã também nunca te quer perder...

M: - Então se te perderes de mim num centro comercial vais ter com o polícia para pedir ajuda, vais?


(lol)

Eu sei que é baba até mais nao, mas EU MEREÇO, Carago (como verdadeira mulher do norte que sou :)


E no sábado, no supermercado, quando estava na fila para pagar com um carro cheio de compras e três miúdos atrás, eis que ganhei o meu dia:
Uma senhora deixou-me passar à frente, e ainda me disse:
- deixe-me dar-lhe os parabéns por ter três filhos tão bonitos, tão bem educados e que falam tão bem… e ainda por cima por ser uma mãe tão elegante! É um gosto vê-los…

E eu, que ganhei não só o dia como um mês ou dois inteirinhos, cheia de baba até aos pés, pensei cá para mim…
- Há dias!

Entramos numa nova fase lá em casa: Estamos a tentar que o J. comece a tirar a fralda, o que significa que desde domingo à noite começou a instalar-se, confortavelmente, por períodos nao muito longos, no potinho.

E ontem à noite fez lá o seu primeiro xi-xi!

Sei que é um disparate, mas eu e os irmãos fizemos-lhe uma festa, demos-lhe os parabéns e ele ficou superorgulhoso!

Diz que está a ficar crescido como os manos!

Um querido! Lindo, lindo...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Conversas

Os meus filhos adoram ir dormir a casa do Pai.
E que adoro que eles adorem. Porque, mais importante que tudo na minha vida é o bem-estar deles.
Ontem, foram lá dormir e antes disso, o meu diálogo com o P.:
P. – sabes mãe? O pai tem muita comida lá em casa.
Eu: - A sério? Que bom filho! E tem o quê?
P. – Ora essa! Sumo e muiiiiiiitas batatas fritas!

(lol)
P.- mas mamã, eu vou ter muitas saudades tuas.
Eu – e eu tuas filho
P – e vais chorar, mamã?
Eu – Muito, muito, muito…
P. – Eu não, que sou crescido! Vou ter saudades mas não vou chorar, está bem, mãe?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu: anda lá meu tesouro, tens de dormir...
M.: eu nao sou nenhum tesouro mamã! não sou muito grande nem tenho tampa!
(lol)

E pronto. Acabei de marcar as nossas primeiras férias desta ano. Se me confirmarem a reserva (como tudo indica) é para aqui que vamos em Maio.

Espero que o tempo ajude porque o que os miudos querem é piscina, piscina, piscina! E eu: sol, sol e mais sol.
Que venha o bom tempo, pois então!

A sério que tento sair de casa mais ou menos com ar limpinho...
Mas quando chego ao escritório já estou, muitas vezes (como hoje), com roupa manchada de pequeno almoço (as nódoas de nestum são horríveis de tirar...), cara lambuzada de beijos (nao há blush que aguente), cabelo amassado e desalinhado de abraços...

E nao trocava este desalinho por nada nada deste mundo (LOL)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Se eu escrevesse uma declaração de amor, gostava que ela pudesse ser assim:


Gosto de ti
por me conheceres e aturares o meu mau feitio
por me deixares decidir milhentas coisas sem ares de machão, mas estares sempre pronto a decidir quando eu não quero ou não posso ou estou simplesmente cansada
Por me massajares os pés no final do dia e nunca achares um aborrecimento fazê-lo
Por nunca me deixares adormecer sem me dizeres o quão sou importante para ti
Por me abraçares durante a noite mesmo que estejam 40 graus e nenhum de nós aguente tanto calor
Por olhares para mim todos os dias como se fosse a primeira vez
Por me amares assim, incondicionalmente, apesar dos maus dias que tenho
Por achares que eu sou o teu milagre
Por me mimares muito, sempre

Por todos os dias me acordares com um bom dia de amor
Por me deixares escolher a tua roupa e achares sempre que tenho muito bom gosto

Por me tratares como uma princesa
Por estares atento e saberes sempre o que me oferecer de presente
Por estares bem com os meus amigos e nunca me pedires para os deixar. Por os aceitares sempre no nosso meio, quando percebes que é importante para eles e para mim
Por me dares liberdade e espaço
Por me encheres de flores mesmo sem motivo algum
Por estares sempre disponível para me acompanhar, seja em trabalho seja em lazer
Por gostares de todas as pessoas que eu gosto
Por aceitares as minhas imposições de tempo e de vontade
Por, no final de um dia difícil, te abandonares, sem complexos, nas minhas mãos
Por não teres medo de chorar no meu colo
Por respeitares o meu trabalho e te orgulhares daquilo que faço enquanto profissional
Por fazeres um esforço para não me deixares sozinha mesmo quando ambos sabemos que é quase impossível estares presente e, mesmo assim, apareceres
Por me admirares em todas as dimensões de mim enquanto ser humano
Por seres um abraço, um afago, um consolo
Por me salvares de mim mesma, tantas vezes
Por ires comigo ao cinema quando eu sei que não tinhas a menor vontade
Por me ajudares com as compras, com o jantar, com os miúdos e a vida em geral como se isso fosse uma partilha normal e não um obrigado que eu tenho de te dizer
Por te preocupares comigo
Por não me deixares mesmo quando eu, tantas e tantas vezes te digo para ires embora.
Por teres sempre tempo para estares comigo
Por seres meigo , delicado e atento.
Por conversares comigo e partilharmos gelados
Por te deitares comigo na relva de um jardim público qualquer a olhar as nuvens e a dizer disparates
Por ires dançar comigo pela noite fora quando eu tenho vontade, mesmo não tendo tu vontade nenhuma de dançar
Por me perdoares as maluquices, os disparates, as infantilidades. Sempre.
E por gostares de mim daqui até ao infinito e voltar.


Tenho saudades de recadinhos de amor e de mensagens escritas nas margens dos cadernos da faculdade...

segunda-feira, 12 de abril de 2010


Ontem, a meio de um filme que estava a ver pouco, em olhares cruzados com muitas pestanas fechadas de quase sono, aparece-me a seguinte frase na televisão “filmes que não terminam quando acabam”. E no meio de tanta sonolência e do tal filme que mal estava a ver, memorizei esta frase que não me larga deste então. A frase e variações dela, tais como “filmes que deviam terminar e não terminam” ou “filmes que terminam sem nunca terem chegado a ser” ou “histórias intermináveis que sempre tiveram um fim” ou ainda “fim de histórias que filmes sem fim”
Sei lá bem o que estou para aqui a dizer…
Foi uma frase que ficou. Para pensar nos filmes da minha vida, nas histórias e memórias. E no quão frágeis são as palavras que, num determinado momento, e por um determinado motivo, nos ficam na memória.

E se pudessemos, apenas, voltar atrás?



Anjo da guarda


Raramente falo aqui do meu Pai. Não que não o recorde com imensa saudade mas porque me sinto sempre triste quando o recordo. Precisamente por causa dessa saudade imensa que lhe sinto.
Mas lembro-me, exactamente, do momento em que ele morreu. Na cama da nossa outra casa, onde só estávamos nós, a minha mãe e a minha tia. À espera.
Lembro-me que era eu que estava na cama com ele. O meu pai deitado, já com imensa dificuldade em respirar e eu ao lado dele, a segurar-lhe na cabeça.
Lembro-me de ter pensado:
Oh, Deus, leva-o lá para o teu lado, que isto não faz sentido nenhum. Lembro-me de o ter dito em surdina, mas ainda assim, em voz alta. E de, poucos minutos depois, o meu pai ter morrido.
Ainda hoje sinto um enorme aperto no coração quando penso nisso. Como se ele tivesse apenas estado à espera que eu o deixasse ir.
Se eu soubesse disso… talvez o tivesse dito antes, sei lá…
E lembro-me claramente do momento em que ele morreu e de eu ter ficado, com uma mão, a segurar-lhe a cabeça e, com a outra, a fazer-lhe miminhos na cara. E, a dizer-lhe baixinho, bem baixinho, só para ele ouvir, que se podia ir embora. Que nós, eu, a minha mãe e a minha irmã íamos ficar bem.
Tinha ouvido ou lido, não sei onde, que as pessoas, quando morrem, quando deixam de respirar, ainda nos ouvem durante uns segundos. Por isso, não chorei. Nem permiti que ninguém lá em casa chorasse durante esses segundos. Não queria que ele levasse na memória o nosso choro.
E, por isso, continuei ali. A mimá-lo e a repetir-lhe, vezes sem conta, que tudo ia correr bem.
Não tenho recordação dos momentos a seguir a esses segundos. As minhas memórias desses tempos são muito selectivas, muito entrecortadas, muito cheias de vazios.
Mas sei que foi no momento exacto em que o meu pai deixou os meus braços em direcção ao céu, que eu percebi que, a partir daí, ia haver sempre um anjo a tomar conta de mim…
Sinto-te a falta.

quinta-feira, 8 de abril de 2010


Adoro estes dias de sol. Claro que preferia um sol mais quente, mas pelo menos há sol e isso é bom!

Ontem fui almoçar a um restaurante na parte antiga da cidade, perto da Ribeira, chamado "Pimms".

Se puderem, vão lá. pequeno, branco, sinmpático. A parte antiga a renascer todos os dias... ainda mais bonita raiada de sol.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Se fazes a pergunta, podes levá-la de troco...

M:
- mamã, deitas-te na minha cama um bocadinho?
- deito filho.
- e nao fazes xixi, não?


Hum... prometo que vou tentar (lol)

A nossa Páscoa correu lindamente.

Pouco tradicional, é certo, mas bem e com muito sol.

Fomos a Lisboa, a casa da minha irmã, matar saudades. E, já que lá estavamos, aproveitamos para fazer imensas coisas giras.

Fomos à expo passear e brincar no jardim dos sons, fomos ao pavilhão do conhecimento (muito, muito interessante - aconselho vivamente), andamos de teleférico, fomos a Belém tomar café e até o "parque Aventura" na amadora, que os miudos adoraram.
Comemos muitas amendos, o pão de ló (este ano feito por mim), bolo inglês e leite creme (tb feitos por mim), muitos chocolates e até tivemos a visita do coelhinho da Páscoa que escondeu os ovos!
E tudo correu como seria de esperar:Bem.

Porque, quando estou com os meus principes é assim que me sinto - Bem.