Este foi um fim de semana de luz.
Muito sol, muita piscina, muito mimo. Fomos à missa (bem no final, é certo, mas fomos e oferecemos uma flor à Nª Senhora, para nos proteger), apanhamos ameixas, fizemos sumo, brincamos com o cão, rimos e gargalhamos. Tb tivemos choros, birras e ranhoca em doses mais ou menos industriais, mas esses são pormenores aos quais já nos habituamos.
Chegamos a casa cansados (todos) mas de coração cheio.
Hoje, será dia de fazermos barquinhos de papel. E todos os dias em que os meus amores estão perto são dias cheios de luz.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sonhos de todas as cores
E, estando eu a a cantar um musica de embalar, onde os sonhos são cor-de-rosa, azuis e verde hortelã, disse-me o M.
- oh... que nao quero! quero é sonhos transparentes!
(mas o que raio são sonhos transparentes????????)
- oh... que nao quero! quero é sonhos transparentes!
(mas o que raio são sonhos transparentes????????)
terça-feira, 19 de julho de 2011
A tua mae fez anos.
telefonei-lhe e estava na cama, triste... com falta de ti...
tanta falta que fazes a tantas pessoas...
tento dar-lhe o mimo possível, mas era o teu mimo que ela queria, a tua presença, a tua preocupação constante. Eu sou apenas uma amiga unida a ela no gostar de ti.
Sinto-te a falta também.
Saudades do teu bem estar, das tuas soluções milagrosas:), do teu sempre acreditar na vida.
Nunca te vi triste ou desanimado. Uma vez, sim, quando me deixaste perceber o teu medo, a tua consciencia da tua mortalidade... foi a unica vez na verdade.
Vou sabendo dos teus filhos. Que estão bem e lindos:) sorte a deles por te terem tido a ti como pai e a mae que, felizmente, continuam a ter.
Sorte a nossa, a de todos nós, por te termos conhecido e por, em algum momento, teres tocado as nossas vidas.
oh... falta da tua amizade...
(tenho a certeza que o céu te está a tratar bem. mais serena com essa fé)
telefonei-lhe e estava na cama, triste... com falta de ti...
tanta falta que fazes a tantas pessoas...
tento dar-lhe o mimo possível, mas era o teu mimo que ela queria, a tua presença, a tua preocupação constante. Eu sou apenas uma amiga unida a ela no gostar de ti.
Sinto-te a falta também.
Saudades do teu bem estar, das tuas soluções milagrosas:), do teu sempre acreditar na vida.
Nunca te vi triste ou desanimado. Uma vez, sim, quando me deixaste perceber o teu medo, a tua consciencia da tua mortalidade... foi a unica vez na verdade.
Vou sabendo dos teus filhos. Que estão bem e lindos:) sorte a deles por te terem tido a ti como pai e a mae que, felizmente, continuam a ter.
Sorte a nossa, a de todos nós, por te termos conhecido e por, em algum momento, teres tocado as nossas vidas.
oh... falta da tua amizade...
(tenho a certeza que o céu te está a tratar bem. mais serena com essa fé)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
miminhos seguros
tenho-me sentido doente. Odeio sentir-me doente. Fico frágil, mimada, aborrecida.
ontem, especialmente doente. Com dores e barriga e poucas forças pr fazer o que quer que fosse, mas cheguei a casa, e o sol brilhou:) é tão básico dizer estas frases feitas... mas foi literalmente isso que eu senti. Cheguei a casa e tinha os meus tres principes lindo á minha espera. deitei-me com eles na sala e estivemos a fazer campeonatos de beiblades (nem sei se é assim que se escreve, seca...), nenhum deles ganho por mim:) depois fomos fazer pinturas e colagens e lemos historinhas. e, na hora de deitar, ficamos os quatro muito quentinhos na cama, a ler mais uma história e cantar canções de embalar.
Sei bem que os miudos nao podem ser o nosso porto seguro. que somos nós o porto seguro deles. Sei bem disso, sim. Mas, apesar disso, eles são o meu porto seguro. Perceberam que eu nao estava assim tão bem e deram-me beijinhos e miminhos. são o meu miminho seguro...somos uns dos outros e essa certeza conforta o meu coração...
ontem, especialmente doente. Com dores e barriga e poucas forças pr fazer o que quer que fosse, mas cheguei a casa, e o sol brilhou:) é tão básico dizer estas frases feitas... mas foi literalmente isso que eu senti. Cheguei a casa e tinha os meus tres principes lindo á minha espera. deitei-me com eles na sala e estivemos a fazer campeonatos de beiblades (nem sei se é assim que se escreve, seca...), nenhum deles ganho por mim:) depois fomos fazer pinturas e colagens e lemos historinhas. e, na hora de deitar, ficamos os quatro muito quentinhos na cama, a ler mais uma história e cantar canções de embalar.
Sei bem que os miudos nao podem ser o nosso porto seguro. que somos nós o porto seguro deles. Sei bem disso, sim. Mas, apesar disso, eles são o meu porto seguro. Perceberam que eu nao estava assim tão bem e deram-me beijinhos e miminhos. são o meu miminho seguro...somos uns dos outros e essa certeza conforta o meu coração...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Com tenda montada no jardim!
Ontem foi dia (ou noite) de campismo lá por casa. Que é como diz, noite de dormir na tenda montada no jardim...
E assim, para além de jantar na tenda, os miudos lá me convenceram a dormir na dita, com direito a sistema de rega a imitar a chuva e tudo...
Uma aventura, na verdade. com histórias inventadas antes de dormir (sim, proque sem luz para ler livros) e muitas cotoveladas pelo meio a dormir.
Acordamos felizes. Eles, com vontade de repetir. Eu, com imensa vontade de os ver bem, sempre.
Faço o que posso para ser uma mae o mais presente possível. O melhor Mae que sei ser.
Entre visitas a a Santos populares, parques infantis e museus, tento que nao nos percamos. Nem sempre é fácil tentar ser a melhor amiga sem deixar de ser mae, impositora de regras, orientadora de principios. Mas faço, todos os dias, o que posso.
E, francamente e com alguma imodéstia, que me é permitida, acho eu, sinto que estou a criar tres bons meninos. Alegres e disparatados como têm de ser. Mas doces e educados. Generosos e amigos. Gosto do seu acordar. gosto do nosso acordar. Gosto de os ver tão diferentes, mas com o mesmo olhar meigo e ternurento. Dão-me beijos e lambuzam-me e gostam de mim que eu sei. Eu, amo-os de paixão absoluta. Daquelas que nascem nao sabemos onde e que nao páram de crescer um só dia que seja.
Somos um cordão com muitos nós. um por cada um de nós. E sou tão feliz com esta vida que Deus me deu... com estas crianças que escolheu para mim... oh... a sorte que eu tenho...
E assim, para além de jantar na tenda, os miudos lá me convenceram a dormir na dita, com direito a sistema de rega a imitar a chuva e tudo...
Uma aventura, na verdade. com histórias inventadas antes de dormir (sim, proque sem luz para ler livros) e muitas cotoveladas pelo meio a dormir.
Acordamos felizes. Eles, com vontade de repetir. Eu, com imensa vontade de os ver bem, sempre.
Faço o que posso para ser uma mae o mais presente possível. O melhor Mae que sei ser.
Entre visitas a a Santos populares, parques infantis e museus, tento que nao nos percamos. Nem sempre é fácil tentar ser a melhor amiga sem deixar de ser mae, impositora de regras, orientadora de principios. Mas faço, todos os dias, o que posso.
E, francamente e com alguma imodéstia, que me é permitida, acho eu, sinto que estou a criar tres bons meninos. Alegres e disparatados como têm de ser. Mas doces e educados. Generosos e amigos. Gosto do seu acordar. gosto do nosso acordar. Gosto de os ver tão diferentes, mas com o mesmo olhar meigo e ternurento. Dão-me beijos e lambuzam-me e gostam de mim que eu sei. Eu, amo-os de paixão absoluta. Daquelas que nascem nao sabemos onde e que nao páram de crescer um só dia que seja.
Somos um cordão com muitos nós. um por cada um de nós. E sou tão feliz com esta vida que Deus me deu... com estas crianças que escolheu para mim... oh... a sorte que eu tenho...
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Mimos
I
(do J:)
Ontem, no S. Pedro da afurada:
- mamã, pareces mesmo uma sereia...
- porquê filho?
- porque és uma menina muito bonita...
(do M., hoje ao ver-me vestir):
- mamã, para quê que vais pôr o cinto se já és uma flor?
(haverá palavras mais doces?????)
(do J:)
Ontem, no S. Pedro da afurada:
- mamã, pareces mesmo uma sereia...
- porquê filho?
- porque és uma menina muito bonita...
(do M., hoje ao ver-me vestir):
- mamã, para quê que vais pôr o cinto se já és uma flor?
(haverá palavras mais doces?????)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Feira do livro
A feira do livro é, para mim, muito mais que uma feira de livros.
é assim como uma borboleta ou as papoilas que anunciam a primavera. seja o que for e em que tempo for, anuncia sempre alguma coisa de bom. gosto dos livros, gosto das cores mas gosto, sobretudo, do cheiro. Amo o cheiro dos livros, sobretudo os que estão em saldo e com toneladas de pó. gosto de me passear e perder-me entre folhas de livros e estórias que nao foram contadas por mim.
É o meu ritual. As minhas memórias.
recordo as feiras do livro dos meus 4, 5 anos, talvez? nao sei bem. Mas tenho memória de mim pequena a escolher livros. Acho que a feira do livro me traz um bocadinho do meu pai de volta. de nós a comprar, com cuidado, um ou dois livros (bem escolhidos, como um tesouro). Nunca falhei um ano e já lá vão muitos.
Levo os miudos desde que nasceram. De carrinho de bebé, já iamos cheirar os livros.
Fomos hoje, uma vez mais.
Mais dificil perder-me com três crianças. Mais atenta a eles que aos livros. Mas gosto de lhes passar este meu ritual, estas minhas memórias, este meu gosto por escolher livros com os olhos, com as maos, com a alma. Nem sempre corre bem (:)), é certo, mas muitas vezes, a surpresa compensa.
Mais dificil perder-me, mas o mesmo cheiro, o mesmo ritual. As mesmas memórias. A mesma imagem de mim menina de mao dada com o pai e a mae, de cabelos loiros e vestido branco com renda. A mesma proximidade. Gosto de andar por lá, a deambular. nem sempre compro seja o que for para mim (mais uma vez só comprei livros para os miudos) mas, ainda assim, gosto de ser parte daquele mundo. Daquelas letras.
Ir à feira do livro é ser feliz. partilhar essa felicidade com as pessoas de quem gosto, uma benção.
é assim como uma borboleta ou as papoilas que anunciam a primavera. seja o que for e em que tempo for, anuncia sempre alguma coisa de bom. gosto dos livros, gosto das cores mas gosto, sobretudo, do cheiro. Amo o cheiro dos livros, sobretudo os que estão em saldo e com toneladas de pó. gosto de me passear e perder-me entre folhas de livros e estórias que nao foram contadas por mim.
É o meu ritual. As minhas memórias.
recordo as feiras do livro dos meus 4, 5 anos, talvez? nao sei bem. Mas tenho memória de mim pequena a escolher livros. Acho que a feira do livro me traz um bocadinho do meu pai de volta. de nós a comprar, com cuidado, um ou dois livros (bem escolhidos, como um tesouro). Nunca falhei um ano e já lá vão muitos.
Levo os miudos desde que nasceram. De carrinho de bebé, já iamos cheirar os livros.
Fomos hoje, uma vez mais.
Mais dificil perder-me com três crianças. Mais atenta a eles que aos livros. Mas gosto de lhes passar este meu ritual, estas minhas memórias, este meu gosto por escolher livros com os olhos, com as maos, com a alma. Nem sempre corre bem (:)), é certo, mas muitas vezes, a surpresa compensa.
Mais dificil perder-me, mas o mesmo cheiro, o mesmo ritual. As mesmas memórias. A mesma imagem de mim menina de mao dada com o pai e a mae, de cabelos loiros e vestido branco com renda. A mesma proximidade. Gosto de andar por lá, a deambular. nem sempre compro seja o que for para mim (mais uma vez só comprei livros para os miudos) mas, ainda assim, gosto de ser parte daquele mundo. Daquelas letras.
Ir à feira do livro é ser feliz. partilhar essa felicidade com as pessoas de quem gosto, uma benção.
sábado, 30 de abril de 2011
Mae
Amanhã, ou daqui a quase nada, é o dia da mãe.
que podia ter sido ontem ou noutro dia qualquer. ou todos os dias que esta coisa de ser mae nao tem dias escolhidos. é uma veste que nao se tira. que nao se engelha, nao encolhe, nao se passa a ferro. fica, cola-se á alma e nao sai da pele.
Quero saber pouco dos meus filhos enquanto tal. Sou pouco dada a essa coisa de instinto maternal, cmo já tantas e tantas vezes o escrevi. Quero saber tudo e tanto destas três crianças que Deus escolheu pr mim. para viverem a minha vida e participarmos, juntos, no dia a dia um dos outros.
Sinto-os como meus sim. Nao como meus filhos mas como as minhas crianças. Os meninos que a vida colocou no meu colo, no meu regaço e que todos os dias me encantam com a sus ternura e diabruras.
Feliz, encantada, abençoada por Deus me ter achado capaz de os educar, de os criar. Por alguém, com a alma maior que a minha me ter dado a oportunidade de ser neles. Todos os dias pasmada com o milagre que é a vida, com a alegria que sinto, a paz que eles me inspiram.
Dia da mae amanhã, pois. para dar beijinhos à minha e a todas as maes que nos querem bem. Dia do eu ser mae sempre. Eu, sem instinto maternal algum, mas com muita vontade de aprender a ser uma pessoa melhor, por mim e por eles. Para eles.
Mae de pele, de coração, de troca de babas e ranhocas. de pés sujos e descalços pela relva. de jogos de bola e de burro com ataques de beijinhos, de abraços e amuos e ralhetes e afins. Mae de pele, de escolha, de sentidos. obrigada Deus...
que podia ter sido ontem ou noutro dia qualquer. ou todos os dias que esta coisa de ser mae nao tem dias escolhidos. é uma veste que nao se tira. que nao se engelha, nao encolhe, nao se passa a ferro. fica, cola-se á alma e nao sai da pele.
Quero saber pouco dos meus filhos enquanto tal. Sou pouco dada a essa coisa de instinto maternal, cmo já tantas e tantas vezes o escrevi. Quero saber tudo e tanto destas três crianças que Deus escolheu pr mim. para viverem a minha vida e participarmos, juntos, no dia a dia um dos outros.
Sinto-os como meus sim. Nao como meus filhos mas como as minhas crianças. Os meninos que a vida colocou no meu colo, no meu regaço e que todos os dias me encantam com a sus ternura e diabruras.
Feliz, encantada, abençoada por Deus me ter achado capaz de os educar, de os criar. Por alguém, com a alma maior que a minha me ter dado a oportunidade de ser neles. Todos os dias pasmada com o milagre que é a vida, com a alegria que sinto, a paz que eles me inspiram.
Dia da mae amanhã, pois. para dar beijinhos à minha e a todas as maes que nos querem bem. Dia do eu ser mae sempre. Eu, sem instinto maternal algum, mas com muita vontade de aprender a ser uma pessoa melhor, por mim e por eles. Para eles.
Mae de pele, de coração, de troca de babas e ranhocas. de pés sujos e descalços pela relva. de jogos de bola e de burro com ataques de beijinhos, de abraços e amuos e ralhetes e afins. Mae de pele, de escolha, de sentidos. obrigada Deus...
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